“Alguém, em algum lugar, inventou que somente o que é volumoso tem importância, que o que é destacado realmente existe…
Saudades de um tempo em que os detalhes prendiam a atenção e provocavam alegrias profundas.

Quem consegue fixar o olhar num holofote?

Pequenos brilhos parecem piscar e iluminar o que não é iluminável. Discretos brilhos encantam, assim como pequenos gestos engrandecem. O significado não está atrelado ao tamanho e nem ao valor.

Se o encantamento pudesse invadir os corações, a revolução do amor estaria decretada.
Corações encantados contemplam milagres, emolduram detalhes. Quem foi que complicou o que era tão simples?

A vida precisa de amenidades.

Sorrir sem motivos continua sendo importante e saudável; lágrimas de emoções curam as feridas da alma…
Que a sensibilidade volte a comandar o espetáculo da vida!”